Apesar do otimismo após dois anos de chuvas excessivas, safra nacional ainda responde por apenas 1% do consumo do país
Entre produtores de azeite do Brasil impera um otimismo não visto há anos. Após duas safras consecutivas de quebras decorrentes do excesso de chuvas, o setor espera uma safra recorde, propiciada por clima adequado e pelo amadurecimento das árvores, que se tornam mais produtivas.
“Acredito que esta será a melhor safra de azeitonas que o Brasil já teve, tanto no Rio Grande do Sul quanto na Mantiqueira”, afirma Bob Costa, que junto com a esposa, Bia Pereira, administra duas fazendas de onde sai o premiado azeite Sabiá, em Santo Antônio do Pinhal (SP), e em Encruzilhada do Sul (RS). “No Rio Grande do Sul, todas as árvores de todas as variedades estão muito carregadas. Nunca tinha visto isso”, conta.



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