Maior fornecedor, Brasil ficou com uma cota de 1,1 milhão de toneladas com tarifa de 12%
Em janeiro deste ano, a China definiu cotas de exportação com tarifa reduzida para os países que fornecem carne bovina a seu mercado, para conter alegados impactos negativos na indústria local. O Brasil, o maior fornecedor, ficou com uma cota de 1,1 milhão de toneladas com tarifa de 12%. O que for exportado fora da cota pagará taxa de 55%. O volume é 35% menor que o embarcado pelos frigoríficos brasileiros em 2025 e deve significar redução na demanda chinesa.
Após o anúncio da nova cota, frigoríficos brasileiros aventaram a possibilidade de cortar em 35% a produção de carne bovina que seria destinada ao mercado chinês para ajustar o volume ao que será possível enviar com a tarifa reduzida. Por enquanto isso não ocorreu, mas pode vir a acontecer no segundo semestre, apurou o Valor com fontes do mercado.


