terça-feira, fevereiro 10, 2026

Cotações do milho ajustam após pressão externa

Cotações do milho ajustam após pressão externa

O mercado físico começa a mostrar sinais de reação

O mercado de milho iniciou a semana com movimento de acomodação nos preços, refletindo ajustes tanto no ambiente doméstico quanto no cenário internacional. Levantamento da TF Agroeconômica aponta que os contratos futuros negociados na B3 fecharam majoritariamente em baixa, acompanhando o recuo observado em Chicago e a desvalorização do dólar ao longo do dia.


Do lado da demanda, o ritmo permanece cauteloso. Pesquisadores do Cepea observam que grande parte dos compradores segue afastada do mercado, aguardando o avanço dos trabalhos de campo e uma possível ampliação da oferta, o que poderia abrir espaço para aquisições a preços mais baixos. Esse comportamento mantém o mercado físico em compasso de espera, mesmo diante de ajustes pontuais em algumas regiões.

Na B3, os principais vencimentos tiveram comportamento misto. O contrato março/26 encerrou a R$ 68,85, com perdas no dia e na semana. Maio/26 fechou a R$ 69,05, também em baixa nos dois comparativos. Já julho/26 terminou cotado a R$ 68,03, com leve alta diária e ganho semanal. Em Chicago, o milho fechou em baixa antes do relatório WASDE, pressionado por realização de lucros, chuvas na Argentina e pela falta de estímulos ao uso do E-15 nos Estados Unidos, mesmo com exportações semanais mais firmes.

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