segunda-feira, março 2, 2026

Soja sobe em Chicago com clima e tensões

Soja sobe em Chicago com clima e tensões

O contrato de soja para março avançou 0,83%

soja encerrou o dia, a semana e o mês com valorização na Bolsa de Chicago, em meio a fatores climáticos na América do Sul e tensões geopolíticas que influenciaram o mercado internacional de commodities. Segundo análise da TF Agroeconômica, o movimento positivo foi sustentado principalmente pelo desempenho do óleo de soja e pelas incertezas em torno da colheita brasileira.


Ao longo de fevereiro, a oleaginosa acumulou valorização consistente, apoiada pela alta do óleo e pelos relatos de dificuldades na colheita no Brasil. Consultorias passaram a divergir sobre o tamanho da safra brasileira. O Rabobank elevou sua estimativa para perto de 181 milhões de toneladas, enquanto outras revisaram para baixo as projeções mais otimistas, citando problemas climáticos no Rio Grande do Sul e no Centro-Oeste. Apesar das diferenças, há consenso de que o país deverá colher uma safra recorde.

No acumulado da semana, a soja subiu 1,74%, ou 19,75 cents por bushel. O farelo avançou 1,84%, ou 5,70 dólares por tonelada curta, e o óleo ganhou 4,02%, equivalente a 2,37 cents por libra-peso. Em fevereiro, a alta da soja foi de 8,74%, ou 93 cents por bushel. O farelo acumulou ganho de 7,5%, ou 21,9 dólares por tonelada curta, enquanto o óleo avançou 14,54%, com valorização de 7,78 cents por libra-peso.

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