A avaliação é de Jacques Dieu, especialista em desenvolvimento de mercado
A transição para sistemas mais sustentáveis no campo tem ganhado espaço, impulsionada pela busca por produtividade aliada à conservação de recursos naturais. Segundo dados da Mordor Intelligence, o mercado de bioinsumos deve saltar de um patamar entre US$ 13 bilhões e US$ 15 bilhões em 2023 para cerca de US$ 45 bilhões até 2032.
Esse comportamento, segundo o especialista, desconsidera a importância da biologia do solo e acaba limitando ganhos consistentes de produtividade e sustentabilidade. A ausência de equilíbrio entre os componentes biológicos, físicos e químicos do solo compromete inclusive o desempenho dos próprios bioinsumos.
É nesse cenário que a Biome Makers atua com a oferta de testes como o BeCrop Trials, voltados à interpretação da biologia do solo. A tecnologia permite medir o impacto real dos bioinsumos, ajustar estratégias de manejo, otimizar o uso de insumos e ampliar a produtividade, além de contribuir para a comprovação do potencial de sequestro de carbono nas áreas agrícolas.
