Colheita gaúcha, que representa 90% da produção brasileira, pode atingir 7 mil toneladas
A colheita da safra de noz-pecã está começando com ótimas expectativas. Em 2026, a produção gaúcha pode atingir o recorde de 7 mil toneladas, com volumes e qualidade adequados tanto para o mercado interno quanto para exportação, de acordo com o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). O Brasil já é o quarto maior produtor de noz-pecã do mundo, com o Rio Grande do Sul responsável por mais de 90% da produção nacional, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).
Neste ano, a colheita deve ser mais longa do que o habitual, com áreas onde amadurecimento das nozes está mais antecipado, e outras mais tardio, informa o presidente da IBPecan, Claiton Wallauer. “Pelo que temos recebido de relato dos produtores, tendo em perspectiva a média de produção, esperamos chegar a uma safra bem significativa frente aos outros anos”, comenta. De acordo com Wallauer, a boa safra esperada neste ano representa uma virada para a cultura no Rio Grande do Sul, após várias temporadas de frustrações provocadas por condições climáticas adversas.
