Na B3, os contratos futuros encerraram de forma mista
O mercado de milho voltou a operar sob pressão, em um cenário marcado por aumento nas estimativas de oferta, liquidez limitada nos estados e compradores ainda cautelosos nas negociações. Segundo a TF Agroeconômica, a B3 fechou novamente em baixa nesta quinta-feira, influenciada pela pressão de Chicago, pelo dólar abaixo de R$ 5,00 e pela revisão positiva das safras no Brasil e na Argentina.
Na B3, os contratos futuros encerraram de forma mista. Maio de 2026 fechou a R$ 65,22, com baixa diária de R$ 0,01 e queda semanal de R$ 0,80. Julho de 2026 terminou a R$ 67,02, recuo de R$ 0,08 no dia e de R$ 0,37 na semana. Setembro de 2026 ficou em R$ 69,94, com baixa diária de R$ 0,26 e alta semanal de R$ 0,48.
No Paraná, a expectativa de uma safrinha robusta mantém compradores retraídos, com indicações perto de R$ 65,00 por saca e demanda ao redor de R$ 60,00 CIF. Em Mato Grosso do Sul, o avanço da oferta pressionou as cotações, que variam entre R$ 51,00 e R$ 53,00 por saca, com liquidez reduzida e negócios concentrados em necessidades imediatas.
