terça-feira, maio 19, 2026

Exigências sanitárias pressionam pecuária

Exigências sanitárias pressionam pecuária

O tema ganha força também após a suspensão do uso da virginiamicina

A ampliação das exigências sanitárias internacionais voltou a pressionar a pecuária brasileira a buscar alternativas produtivas alinhadas à segurança alimentar e à ausência de resíduos químicos. A recente restrição da União Europeia à importação de determinados produtos de origem animal do Brasil, motivada pela falta de garantias sobre o não uso de antimicrobianos, reforçou o debate sobre tecnologias capazes de manter produtividade e competitividade em mercados mais rigorosos.


“O anúncio deve ser lido como um sinalizador de que a busca pelo alimento seguro deixou de ser apenas uma tendência e passou a ser uma necessidade mercadológica. A escolha dos protocolos produtivos e das tecnologias utilizadas na pecuária é cada vez mais estratégica”, comenta.

Para Cleisy Ferreira, doutora em Zootecnia, os aditivos homeopáticos já são uma realidade no campo, com aplicações em controle parasitário, reprodução, desempenho zootécnico e problemas de pele. Com as novas exigências, especialistas avaliam que o Brasil pode transformar o cenário em oportunidade, desde que avance em rastreabilidade e adoção de tecnologias compatíveis com mercados exigentes.

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