No Rio Grande do Sul, o mercado seguiu com baixa liquidez e negócios pontuais
O mercado de milho encerrou a semana com movimentação limitada no Brasil, em um cenário marcado por compradores abastecidos, liquidez reduzida e ajustes pontuais nas cotações. Segundo a TF Agroeconômica, a B3 fechou de forma mista na sexta-feira, com pequenas quedas nas posições mais curtas e leves ganhos nos vencimentos mais longos, enquanto o mercado interno permaneceu travado.
No Rio Grande do Sul, o mercado seguiu com baixa liquidez e negócios pontuais. As indicações ficaram entre R$ 56,00 e R$ 65,00 por saca, com média estadual de R$ 58,24, alta semanal de 0,28%. A colheita da safra 2025/26 avançou para 96% da área, favorecida pelo tempo seco. As lavouras remanescentes são tardias e tiveram desenvolvimento mais lento pelo frio e pela menor radiação solar. Geadas causaram danos pontuais e levaram parte das áreas para silagem.
Em Mato Grosso do Sul, o avanço da oferta pressionou as praças, com preços entre R$ 50,69 e R$ 52,17 por saca. O setor de bioenergia sustentou parte da demanda, mas os estoques elevados mantiveram o consumo seletivo e o ritmo de negócios lento.
