A avaliação também aponta uma lição para a economia brasileira
A liderança brasileira nas exportações de alimentos chama atenção não apenas pela primeira posição no ranking, mas pela vantagem em relação aos demais países. A avaliação é de Reginaldo Nogueira, diretor executivo do Ibmec, com base em dados atribuídos à FAO sobre exportações de frutas, verduras, cereais, carnes, queijos e azeite em toneladas em 2023.
Para Nogueira, o dado mais expressivo não é apenas o Brasil ocupar a liderança, mas a distância em relação aos demais concorrentes. Mesmo com logística cara, juros elevados e infraestrutura precária, o país se consolidou como a maior potência exportadora de alimentos do planeta.
A avaliação também aponta uma lição para a economia brasileira. O agro construiu um dos setores mais competitivos do mundo com foco em inovação, eficiência, tecnologia e escala, elementos que, na visão de Nogueira, costumam faltar em outras áreas da economia.
