No Rio Grande do Sul, o porto de Rio Grande fechou a R$ 132,00 por saca
O mercado físico da soja no Sul e no Centro-Oeste iniciou junho com ritmo lento, preços majoritariamente estáveis ou levemente pressionados e preocupação crescente com logística, armazenagem e margens de comercialização. As informações são da TF Agroeconômica.
Em Santa Catarina, os negócios seguiram contidos. O porto de São Francisco manteve a soja a R$ 131,00 por saca, enquanto Rio do Sul avançou 0,86%, para R$ 117,00. Já Palma Sola recuou 0,43%, a R$ 114,50. A retenção dos produtores continua limitando grandes volumes, diante da falta de estímulos nos preços.
Em Mato Grosso do Sul, Dourados ficou em R$ 115,00, com silos em elevada ocupação e necessidade de escoamento para abrir espaço ao milho. Em Mato Grosso, a armazenagem atingiu nível crítico, pressionada pela soja estocada e pela colheita do milho safrinha. O Indicador Imea fechou a R$ 105,28, enquanto o spread de quase R$ 10,00 entre fazenda e porto corrói margens e aumenta a pressão sobre o produtor.
