Em Santa Catarina, o mercado está praticamente parado
O mercado de trigo no Sul do país iniciou a semana com baixa liquidez, oferta restrita e pressão de custos provocada pelo avanço das cotações externas. Segundo a TF Agroeconômica, a alta do trigo argentino elevou as referências de importação e já repercute nos preços praticados no Brasil.
Em Santa Catarina, o mercado está praticamente parado e aguarda a nova safra. As ofertas locais teriam se esgotado, e o último negócio foi registrado a R$ 1.350 por tonelada FOB, mais frete. O trigo gaúcho aparece entre R$ 1.340 e R$ 1.400, além de frete e ICMS. Houve apenas venda de sobra de semente a R$ 1.450 CIF moinho. A comercialização de farinhas segue travada, levando agentes a reduzir a moagem e prolongar estoques. No balcão, os preços ficaram estáveis em Chapecó, Rio do Sul e Xanxerê, subiram em Canoinhas e Joaçaba e recuaram em São Miguel do Oeste.
