Vaca e novilha sobem R$ 2 em Dourados
O mercado do boi gordo ficou estável em São Paulo nesta sexta-feira (25), apesar da oferta restrita de bovinos. Segundo dados divulgados pelo informativo “Tem Boi na Linha”, os frigoríficos administraram as compras de acordo com as escalas de abate, enquanto o consumo mais fraco no fim do mês limitou novas altas.
Mesmo com esse movimento, a disponibilidade de bovinos permaneceu restrita. Segundo dados divulgados pelo “Tem Boi na Linha”, as indústrias alternam períodos de compra para recomposição das escalas com momentos de afastamento temporário, voltando ao mercado quando a programação de abates encurta.
Diante desse cenário, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias em São Paulo.
As escalas de abate dos frigoríficos paulistas atendem, em média, a sete dias.
No Mato Grosso do Sul, o comportamento dos preços foi diferente em Dourados. Segundo dados divulgados pelo “Tem Boi na Linha”, a oferta mais restrita de bovinos levou as indústrias a pagar mais pela matéria-prima.
Na região, as cotações da vaca e da novilha subiram R$ 2,00 por arroba. As escalas de abate atendem, em média, a cinco dias.
Em Campo Grande, as cotações ficaram estáveis para todas as categorias. As escalas de abate estão, em média, para oito dias.
Na região de Três Lagoas, os preços também permaneceram estáveis para todas as categorias. Segundo dados divulgados pelo “Tem Boi na Linha”, as escalas de abate atendem, em média, a nove dias.
No Acre, as cotações ficaram estáveis para todas as categorias, conforme os dados divulgados pelo informativo.
O cenário desta sexta-feira mostra diferenças regionais no comportamento do mercado, mas mantém a oferta de bovinos como um dos principais fatores de atenção. Em São Paulo, a disponibilidade restrita ajuda a limitar movimentos de baixa, enquanto a demanda mais fraca reduz o espaço para novas altas.
