No Rio Grande do Sul, as ofertas caíram R$ 0,50 por saca
O mercado brasileiro de soja registrou pressão sobre os preços em parte das regiões produtoras, enquanto o avanço do plantio segue condicionado pelas chuvas. Segundo a TF Agroeconômica, as cotações recuaram em praças do Sul e do Centro-Oeste nesta quinta-feira, com negociações seletivas e atenção dos produtores aos custos de entrega.
Em Santa Catarina, Campos Novos permaneceu em R$ 148,00. A implantação avança em ritmos diferentes, com emergência nas primeiras áreas do Oeste e Meio-Oeste e preparo do solo em outras localidades.
No Paraná, 36% da área havia sido semeada, segundo o Deral, com lavouras predominantemente em boas condições. Paranaguá ficou em R$ 154,00, Cascavel em R$ 143,00 e Ponta Grossa em R$ 147,00, todos estáveis. As chuvas favorecem a germinação, mas restringem novas operações e a logística.
Em Mato Grosso, as referências recuaram R$ 0,80 por saca nas praças acompanhadas pelo Imea. Rondonópolis marcou R$ 145,05 e Sorriso, R$ 137,40. A semeadura somava 10,23% até 2 de outubro, em meio à distribuição irregular das chuvas. Nesse cenário, a necessidade de caixa, o frete e as condições de pagamento seguem determinantes para os negócios, enquanto o clima orienta as decisões no campo.
