sexta-feira, outubro 30, 2026

Analista vê novos mercados para o etanol de milho

Analista vê novos mercados para o etanol de milho

Projeto de US$ 2 bilhões prevê combustível de aviação e diesel renovável

A produção de combustíveis para aviões e caminhões pode ampliar os mercados do etanol de milho brasileiro. A avaliação é do engenheiro agrônomo Felipe Treitinger, que vê na diversificação uma oportunidade de reduzir a dependência do setor em relação aos carros flex.


A expansão, porém, depende de viabilidade econômica e escala. A decisão final de investimento está prevista para 2027, com início da produção projetado para 2030. A maior parte do volume deverá ser exportada, e o diesel renovável deve custar mais que o fóssil.

Para os produtores de milho, a abertura de mercados pode trazer mais liquidez e menor concentração de risco. Para as usinas, envolve novos contratos e exigências de certificação, eficiência e pegada de carbono.

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“Não sei se essa rota vai se provar viável em grande escala. Mas estou convencido de que o etanol de milho brasileiro ainda está no começo da sua história. As empresas que entenderem cedo para onde essa molécula pode ir terão vantagem sobre quem continuar olhando apenas para a bomba do posto. Talvez a principal pergunta não seja quanto etanol o Brasil vai produzir nos próximos anos. Seja quantos mercados diferentes ele será capaz de abastecer”, conclui.

Analista vê novos mercados para o etanol de milho

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