quinta-feira, abril 23, 2026

Azeite brasileiro recebe pontuação máxima em concurso internacional

Azeite brasileiro recebe pontuação máxima em concurso internacional

Um azeite produzido no Rio Grande do Sul foi escolhido como o melhor da edição de 2026 do European International Olive Oil Competition (EIOOC), concurso internacional realizado em Genebra, na Suíça. O rótulo Frantoio, da marca Estância das Oliveiras, recebeu o prêmio Best in Show, concedido ao azeite com a maior pontuação entre todos os participantes da competição.

De acordo com a própria organização do evento, o azeite gaúcho alcançou 100 pontos em 100 possíveis e foi selecionado por decisão unânime do júri internacional. A avaliação é feita por especialistas de diferentes países que analisam os azeites em degustações às cegas.


O EIOOC reuniu nesta edição mais de 200 marcas de diversos países produtores de azeite, entre eles Espanha, Itália, Grécia, Portugal, Turquia, Croácia, França, Estados Unidos, Marrocos e África do Sul. As sessões de degustação ocorreram no Château de Bossey, centro de conferências próximo a Genebra.

Ranking internacional reúne resultados de diferentes concursos

- Advertisement -

O resultado se soma a outros reconhecimentos obtidos pela marca nos últimos anos. Em 2025, a Estância das Oliveiras foi classificada como a terceira marca de azeite mais premiada do mundo e a mais premiada do Brasil pelo EVOO World Ranking.

Esse ranking compila os resultados de competições internacionais consideradas relevantes para o setor e utiliza um sistema de pontuação que soma as premiações obtidas pelos azeites ao longo do ano.

Na edição da safra de 2025, sete rótulos produzidos pela empresa apareceram entre os dez azeites brasileiros mais premiados do mundo. Ao todo, os produtos da marca receberam mais de 120 premiações internacionais naquele ano.

- Advertisement -

Produção brasileira cresce no sul do país

O rótulo “100/100” é produzido em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre. O cultivo de oliveiras no Rio Grande do Sul vem se expandindo nas últimas duas décadas, impulsionado por condições climáticas consideradas adequadas para a cultura e pelo investimento em pomares e moinhos especializados.

Nos concursos internacionais, produtores brasileiros ainda competem em menor número em relação a países tradicionais da olivicultura, como Espanha, Itália e Grécia. Mesmo assim, têm aparecido com frequência crescente entre os premiados.

Últimas Notícias

Mais notícias