Na B3, julho de 2026 fechou a R$ 63,97
O mercado brasileiro de milho encerrou a terça-feira sob pressão do avanço da colheita e da expectativa de maior oferta, mesmo com o dólar em alta e Chicago estável. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos negociados na B3 fecharam majoritariamente em baixa, enquanto as exportações mantiveram ritmo acelerado no início de junho.
Na B3, julho de 2026 fechou a R$ 63,97, queda de R$ 0,37 no dia. Setembro terminou em R$ 66,97, recuo de R$ 0,01, e novembro ficou em R$ 70,43, leve alta de R$ 0,01. A entrada do milho safrinha e o fim da colheita da primeira safra continuam limitando reações nos preços.
Em Mato Grosso do Sul, as cotações ficaram entre R$ 49,00 e R$ 52,00 por saca. O início da colheita da segunda safra, já em 1% da área no sul do estado, ampliou a pressão, embora as primeiras lavouras apresentem boa produtividade. O setor de bioenergia sustenta parte da demanda regional, mas os negócios seguem concentrados em necessidades imediatas.
