Outro ponto de atenção é a perspectiva de aumento nas exportações
O mercado de milho registrou movimentações distintas entre os indicadores futuros e o mercado físico nesta semana, refletindo fatores como câmbio, exportações e o ritmo das negociações nas principais regiões produtoras.
De acordo com análise da TF Agroeconômica, o milho negociado na B3 fechou em alta nesta quinta-feira, acompanhando o movimento de valorização em Chicago e a forte elevação do dólar, fator que melhora a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional. Também permanecem preocupações relacionadas ao plantio da safrinha em função das condições climáticas.
Apesar desse cenário, os contratos futuros na B3 tiveram comportamento misto. O contrato de março de 2026 encerrou cotado a R$ 71,87 por saca, com recuo de R$ 0,10 no dia. O vencimento maio de 2026 fechou a R$ 75,20, queda diária de R$ 0,62, mas ainda acumulando alta semanal. Já o contrato de julho de 2026 terminou a R$ 71,48 por saca, com leve baixa no dia.
A Emater revisou para cima a estimativa de produção no estado, projetando 5,96 milhões de toneladas na safra 2025/26, com área de 803 mil hectares e produtividade média de 7.424 quilos por hectare. A colheita já alcança cerca de 65% da área cultivada.


