Em Santa Catarina, o frete segue como principal fator de diferença nos preços finais
O mercado de trigo no Sul do país segue marcado por oferta restrita, ajustes graduais nos preços e expectativa de mudanças importantes na próxima safra. A avaliação é da TF Agroeconômica, que aponta tendência de maior importação e possível alinhamento das cotações internas à paridade internacional.
Em Santa Catarina, o frete segue como principal fator de diferença nos preços finais. O trigo catarinense passou para a faixa mínima de R$ 1.350 a R$ 1.400 por tonelada FOB, enquanto o Paraná tem ofertas entre R$ 1.320 e R$ 1.350 e o Rio Grande do Sul registra pedidas de R$ 1.350 a R$ 1.450 para trigo branqueador. A consultoria avalia que a provável redução da produção, associada à menor área e ao uso mais limitado de tecnologia, deve ampliar a necessidade de importações, favorecendo produtores que mantiveram o plantio.
