terça-feira, maio 12, 2026

Cacau sobe mais de 11% em Nova York influenciado pelo clima e geopolítica

Cacau sobe mais de 11% em Nova York influenciado pelo clima e geopolítica

O cacau opera em forte alta nesta manhã de segunda-feira (11/5) na bolsa de Nova York. Os contratos da amêndoa com vencimento em julho de 2026 avançam 11,43%, cotados a US$ 4.658 a tonelada.

A escalada das tensões no Oriente Médio é um dos motivos que provocam a forte reação nos mercados globais de commodities. Além disso, a redução das posições vendidas dos fundos é um dos fundamentos considerados “altistas”, pelo site Mercado do Cacau.


O clima na África Ocidental também preocupa o mercado. As chuvas seguem irregulares em regiões produtoras da Costa do Marfim e de Gana, enquanto o mercado aguarda o retorno do El Niño nos próximos meses. “A combinação entre instabilidade climática e custos crescentes de produção mantém elevada a percepção de risco para a oferta global de cacau”, resume o portal especializado.

Para reorganizar o setor, o governo de Gana pretende captar cerca de US$ 1 bilhão por meio de títulos domésticos para financiar as compras da safra 2026/27.

Café

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O preço do café opera em leve alta com os estoques reduzidos dando suporte aos preços. Os lotes com entrega para julho de 2026 sobem 0,25%, cotados a 2,7540 centavos de dólar a libra-peso.

Açúcar

O preço do açúcar também opera em alta. Os contratos com vencimento em julho de 2026 sobem 0,68%, negociados a US$ 14,78 a libra-peso.

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Algodão

Já o algodão opera em leve queda. Os papéis da pluma com entrega para julho de 2026 caem 0,44%, cotados a 84,36 centavos de dólar por libra-peso.

Suco de laranja

Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em julho de 2026, estão cotados a US$ 1,830 a libra-peso, com alta de 0,33%.

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