A recuperação foi impulsionada principalmente por dois fatores
O mercado sucroenergético encerrou a última semana marcado por movimentos distintos entre o açúcar e o etanol, com influência de fatores externos, câmbio e início da nova safra no Centro-Sul do Brasil. Segundo a StoneX, o açúcar bruto negociado em Nova York avançou na esteira das commodities energéticas, enquanto o etanol hidratado registrou queda sustentada pela entrada da safra 2026/27.
A recuperação foi impulsionada principalmente por dois fatores. O primeiro foi o avanço expressivo do petróleo Brent ao longo da semana, que reforça a atratividade do etanol no mix produtivo brasileiro. O segundo foi a valorização do real, que alcançou o patamar mais forte frente ao dólar em dois anos, reduzindo a oferta exportável no curto prazo.
No mercado doméstico de etanol, o hidratado recuou ao longo da semana. Nas usinas de Ribeirão Preto, as cotações passaram de R$ 3,07 por litro em 17 de abril para R$ 2,92 por litro em 24 de abril, queda de cerca de 5%. No início da nova semana, já havia indicativos de preços abaixo de R$ 2,90 por litro.
