terça-feira, setembro 1, 2026

Cacau segue com preços elevados na bolsa de Nova York

Cacau segue com preços elevados na bolsa de Nova York

cacau se mantém com preços firmes na bolsa de Nova York, enquanto persiste a preocupação com oferta menor da amêndoa. Assim, mesmo com alta de 7% na última sessão, o preço voltou a subir e avançou 1,85% nesta segunda-feira (31/8), com os contratos para dezembro negociados a US$ 6.771 a tonelada.

As condições de clima continuam adversas nos maiores produtores mundiais da amêndoa: Costa do Marfim e Gana. As chuvas no período de desenvolvimento dos cacaueiros estão reduzindo a qualidade dos grãos que serão colhidos no próximo mês, quando terá início a safra 2026/27.


O preço do algodão voltou a subir após queda na véspera. Os lotes para dezembro fecharam em alta de 1,93%, a 93,14 centavos de dólar a libra-peso.

De acordo com Pery Pedro, consultor independente de mercado, as cotações estão subindo desde abril deste ano, após relatos de uma seca severa em lavouras americanas.

Ainda segundo ele, enquanto o clima adverso permanecer, os futuros devem se manter acima dos 90 centavos no curto e médio prazos.

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Açúcar

O açúcar também reagiu, após recuo de 3% na véspera. Os lotes do demerara para outubro avançaram 1,42%, a 17,81 centavos de dólar a libra-peso.

O mercado ainda é pautado pelos possíveis efeitos que o El Niño pode trazer para a produção do açúcar, especialmente em países como Índia, Tailândia e regiões da Europa.

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Café

O café arábica fechou a sessão com preços em leve queda, diante da percepção de maior disponibilidade do grão. Os contratos para dezembro recuaram 0,43%, a US$ 3,1285 a libra-peso.

O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café arábica, está finalizando a colheita da safra 2026/27, aliviando o quadro no aperto na oferta. Até o dia 26 de agosto, a colheita no país alcançou 97% da safra 2026/27, segundo levantamento divulgado hoje pela Safras & Mercado. Segundo Gil Barabach, analista da Safras & Mercado, houve avanço de três pontos percentuais em relação à semana anterior.

De acordo com o analista, mesmo entrando na reta final, os trabalhos continuam atrasados, uma vez que a colheita estava encerrada no mesmo período de 2025 e também seguem abaixo da média dos últimos cinco anos, de 98%.

Suco de laranja

O preço do suco de laranja registrou forte queda na bolsa de Nova York. Os contratos do produto concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) para novembro recuaram 5,34%, a US$ 1,3725 a libra-peso

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