Na B3, o contrato de setembro de 2026 fechou a R$ 71,50
O mercado de milho encerrou a semana com valorização nos contratos futuros e sustentação dos preços em importantes regiões produtoras, em meio à menor oferta global, avanço das exportações e postura mais firme dos vendedores. Segundo a TF Agroeconômica, a B3 acompanhou o movimento positivo das bolsas internacionais, enquanto o mercado físico também registrou alta.
No Rio Grande do Sul, as indicações variam de R$ 58 a R$ 65 por saca, e a média estadual da Emater subiu 1,53%, para R$ 60,23. O plantio da safra 2026/27 avança de forma desigual, condicionado pela umidade e pelas chuvas, com maior progresso em áreas do Noroeste.
No Paraná, a colheita da segunda safra chegou a 83%, enquanto o plantio de 2026/27 alcançou 6%. O preço ao produtor encerrou a semana em R$ 56,79 por saca, alta de 7,8% ante julho e de 11% frente a agosto de 2025. Em Mato Grosso do Sul, os preços variam de R$ 50 a R$ 55, com suporte da demanda da indústria de bioenergia.
