quinta-feira, junho 18, 2026

Milho sobe, mas avanço da oferta limita preços

Milho sobe, mas avanço da oferta limita preços

Na B3, julho de 2026 fechou a R$ 63,98

O mercado brasileiro de milho encerrou a quarta-feira com leve valorização nos contratos futuros, embora a ampliação da oferta e a demanda contida sigam limitando reações mais firmes nos preços. Segundo a TF Agroeconômica, a alta na B3 acompanhou os movimentos de Chicago e do dólar, enquanto o início da colheita da safrinha e a reta final da primeira safra pressionam os mercados futuro e físico.


Na B3, julho de 2026 fechou a R$ 63,98, com alta diária de R$ 0,01 e queda semanal de R$ 0,64. Setembro terminou em R$ 67,31, avanço de R$ 0,34 no dia, enquanto novembro alcançou R$ 70,66, alta de R$ 0,23.

Nos estados, a liquidez permanece baixa. No Rio Grande do Sul, as indicações variam de R$ 57 a R$ 63 por saca, com média de R$ 58,98. Em Santa Catarina, vendedores pedem perto de R$ 65, enquanto compradores indicam cerca de R$ 60. No Paraná, a mesma diferença reduz os negócios, em um cenário de oferta crescente e expectativa de safra volumosa. No estado, 79% das lavouras da segunda safra estão em boas condições, mas chuvas e umidade elevada deixam a colheita lenta e irregular.

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