No Paraná, as cotações subiram em algumas praças
O mercado da soja teve uma quarta-feira de valorização em Chicago e de preços firmes em importantes regiões produtoras do Brasil, em um ambiente de entressafra e atenção à demanda internacional. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros foram sustentados pelo avanço do milho e do trigo após o relatório WASDE, pelo corte na produtividade dos Estados Unidos e pela confirmação de uma nova venda de 244 mil toneladas da safra 2026/27 para a China.
No mercado brasileiro, o Rio Grande do Sul teve liquidez fraca, com preços entre R$ 135,00 e R$ 136,00 no interior e R$ 149,00 no porto de Rio Grande. Em Santa Catarina, o mercado permaneceu calmo, com foco no custo do farelo para as rações, e São Francisco do Sul marcou R$ 145,00.
A comercialização mato-grossense da safra 2025/26 alcançou 93,06% até julho, enquanto as vendas antecipadas de 2026/27 chegaram a 30,23%. Nos estados acompanhados, o planejamento da próxima safra, os custos de frete e insumos e a preparação para o novo ciclo seguem no centro das decisões dos produtores.
