Na B3, os contratos futuros registraram recuos tanto no dia quanto na semana
O mercado de milho apresentou movimentos de ajuste, influenciado por fatores internos e externos que seguem condicionando o ritmo das negociações no país. De acordo com análise da TF Agroeconômica , os preços acompanharam a queda observada em Chicago e a desvalorização do dólar, que voltou a operar abaixo de R$ 5,00.
No mercado físico, a lentidão segue predominante em diferentes estados. No Rio Grande do Sul, a colheita avança acima da média, alcançando cerca de 92% da área, mas a liquidez permanece baixa, com preços entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca. A combinação de clima irregular e compradores cautelosos limita a movimentação.
No Paraná, o cenário é semelhante, com negociações pontuais e desalinhamento de preços. A primeira safra se aproxima do fim da colheita, enquanto a segunda já está totalmente plantada, sob atenção devido às condições climáticas. As cotações ao produtor variam entre R$ 58,94 e R$ 65,03 por saca.
